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O autor é uma referência mundial em debate sobre fontes renováveis, e seus livros têm despertado crescente interesse no Brasil

Como parte das atividades do Cresesb  (Centro de Referência para as Energias Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito, o Cepel traz ao público brasileiro a edição em português de Der energethische Imperativ  (“O Imperativo Energético”), última obra literária do renomado economista e sociólogo alemão Hermann Scheer, falecido em 2010. A iniciativa foi viabilizada com recursos do Ministério de Minas e Energia (MME), no âmbito de um Convênio de Cooperação Técnica e Financeira, e visa estimular o debate sobre formas sustentáveis de geração de energia, com baixa emissão de gases de efeito estufa.  

Coordenada pelo pesquisador do Cepel Ary Vaz, chefe do Departamento de Materiais, Eficiência Energética e Geração Complementar, a edição em português do livro contou com  extensa revisão técnica de vários pesquisadores do Centro. “O Imperativo Energético” foi a terceira obra de Scheer editada em língua portuguesa pelo Cepel/Cresesb.  Anteriormente, já haviam sido publicados “O Manifesto Solar” (1995) e “Economia Solar Global” (2007), com ótima receptividade no Brasil.

Scheer é referência mundial em debates sobre políticas energéticas e incentivos econômicos para fontes renováveis. Seu posicionamento influenciou não só a Alemanha, mas vários outros países a seguirem rumo a uma matriz energética mais renovável.  No Brasil, seus livros são amplamente utilizados em cursos de pós-graduação. 

Como assinala Erhard Eppler, fundador da Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional – GIZ, no prefácio de “O Imperativo Energético”, Scheer defendia que as energias renováveis deveriam redirecionar o debate sobre o crescimento. Para o autor, uma sociedade que dependesse de energias renováveis geradas de forma descentralizada seria mais igualitária, justa, consciente e autônoma.

No livro, Scheer propõe que o fornecimento de energia seja suprido com 100 % de energias renováveis para uma transformação do planeta. Em sua visão, “as tecnologias de ponte”, como a captura e o armazenamento de carbono ou a energia nuclear, prejudicam a agenda para uma mudança energética com 100% de renováveis.  Scheer considera que as pontes para as energias renováveis devem ser curtas e acompanhadas por estratégias que facilitem e impulsionem a mudança energética, incluindo todos os meios de incentivo ao uso racional da energia e ao aumento da eficiência energética. 

Ao apresentar exemplos de tecnologias que operam de forma econômica, o autor estabelece condições políticas e de mercado que incentivariam o desenvolvimento das fontes renováveis para que estas sejam capazes de suprir 100% da demanda de energia mundial.

“O Imperativo Energético” está disponibilizado, para compra, no link de como obter da página de publicações do Cresesb. 

Sobre o autor

O economista e sociólogo Hermann Scheer (1944-2010) foi presidente da Eurosolar (Associação Europeia para as Energias Renováveis) e presidente do Conselho Mundial de Energias Renováveis. Pioneiro da Lei das Energias Renováveis promulgada na Alemanha, Scheer recebeu, ao longo da sua vida, inúmeros prêmios. Dentre eles, o Prêmio Mundial Solar (1998), o Prêmio Nobel Alternativo (1999), o Prêmio Mundial de Bioenergia (2000) e o Prêmio Mundial de Energia Eólica (2004).

   Data: 14-05-2019
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Casa Solar Eficiente à Noite

Após ter cumprido com grande êxito a finalidade de disseminar os conceitos de energias renováveis e de eficiência energética, a Casa Solar Eficiente do Cepel/Cresesb está sendo descomissionada e será substituída por uma nova Casa Inteligente. Por este motivo, as visitas ao espaço foram canceladas.

 
A Casa Solar foi o primeiro Centro de Demonstração criado no país com o objetivo de servir como agente multiplicador de tecnologias para utilização das energias solar (térmica e fotovoltaica) e eólica, de técnicas de combate ao desperdício energético, bem como de pesquisas do funcionamento integrado destas tecnologias, contribuindo para a realização de estudos, divulgação em eventos e em artigos técnicos, formação de profissionais e conscientização de consumidores.
 
Inaugurada em julho de 1997, a Casa Solar recebeu, ao longo de 21 anos de operação, mais de 20 mil visitantes com perfis variados, incluindo grupos de professores e alunos do Ensino Fundamental, de Cursos de Graduação e Pós-Graduação de diferentes áreas (Engenharia Elétrica, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Arquitetura, Física, Meio Ambiente), além do público em geral. Destacam-se, ainda, visitas de autoridades nacionais vinculadas aos governos federal, estadual e municipal; autoridades internacionais (Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca, Japão, Paraguai, por exemplo) com interesse no desenvolvimento de projetos conjuntos na área de energia; presidentes e diretores de empresas e instituições do setor elétrico; diversos profissionais e executivos de empresas e instituições nacionais e estrangeiras.
 
A Casa Solar também foi bastante utilizada para ministrar cursos de energia solar fotovoltaica com distintas finalidades, seja para capacitação de estudantes e professores de escolas técnicas e universidades, profissionais de distribuidoras de energia, pessoal técnico do Programa de Desenvolvimento Energético dos Estados e Municípios (Prodeem/MME), bem como para o público leigo com interesse na tecnologia. Os cursos incluíam, em geral, aulas práticas de montagem de sistemas fotovoltaicos reais para variadas aplicações.
 
Devido a seu papel como difusora das tecnologias eólica e solar, a Casa Solar foi objeto de diversas matérias nos principais canais de comunicação do país, o que contribuiu para expandir a divulgação destas fontes renováveis de energia, tanto para um público amplo, como para um público específico e diferenciado.
 
A Casa Solar foi originalmente concebida como um protótipo de residência rural autossuficiente em energia elétrica e água. Possuía um sistema autônomo, com funcionamento independente da rede elétrica e utilização de baterias para armazenamento de energia. O tipo de configuração adotado deve-se ao fato de à época, os sistemas fotovoltaicos serem instalados majoritariamente em áreas rurais do país, no âmbito do antigo Prodeem, posteriormente incorporado ao Programa Luz para Todos (LpT). Na década de 1990, quando havia pouco conhecimento sobre o aproveitamento da energia fotovoltaica no país, os sistemas isolados (ou autônomos) melhor representavam a realidade brasileira, pois ainda não se vislumbrava o emprego de sistemas fotovoltaicos conectados à rede elétrica, em função dos custos extremamente elevados da tecnologia. 
 
Para demonstração das diversas aplicações das energias solar e eólica, a Casa Solar também possuía um sistema solar térmico para aquecimento de água, sistemas fotovoltaicos para bombeamento de água e para iluminação pública, além de uma turbina eólica de pequeno porte.
Quanto à parte estrutural e arquitetônica, para viabilizar a construção da Casa Solar no menor prazo possível, optou-se, naquela ocasião, por uma edificação de madeira pré-fabricada, com poucas modificações, não tendo sido incorporados conceitos de arquitetura bioclimática.
Entretanto, após duas décadas de existência, o projeto original da Casa Solar necessita ser atualizado e modernizado a fim de acompanhar a evolução do tempo e da tecnologia. Neste sentido, o Cepel está planejando a construção de uma nova Casa Inteligente que atenderá aos conceitos inovadores de sustentabilidade e uso inteligente da energia.
 
Com a mudança de concepção ocorrida nos últimos anos, motivada, em especial pela Resolução Aneel 482/2012 (relativa à microgeração distribuída) e pela redução dos custos da energia fotovoltaica, a nova Casa Inteligente do Cepel estará conectada à rede elétrica. Seu projeto será concebido segundo o conceito NZEB (Near Zero Energy Building), com soluções de arquitetura bioclimática e sustentável. A ideia é que o novo espaço tenha os sistemas de iluminação e climatização automatizados, seja autossustentável em termos de água, com medição de variáveis elétricas, mecânicas, térmicas e climáticas, permitindo o monitoramento e o benchmarking das instalações.
 
Além dos benefícios relacionados à demonstração de tecnologias de equipamentos eficientes e de geração distribuída e à disseminação de conceitos na área de fontes renováveis, eficiência energética, papéis do novo consumidor de energia elétrica e cidade inteligente (Smart City), a Casa Inteligente visa a reforçar a imagem do Cepel como promotor e desenvolvedor de tecnologias de ponta. 
 
O projeto arquitetônico da nova Casa Inteligente, que está sendo elaborado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da UFRJ, deverá ser certificado pelo sistema de etiquetagem do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e estar apto a receber o Selo Procel de Edificações.

 

   Data: 11-03-2019

Notícias e Informações

11 de Julho de 2019 - Estúdio Jordão Engenharia - Av. Rio Branco, 120 Sala 815 - Rio de Janeiro - RJ

Curso Intensivo de Eficiência Energética

  • Fundamentos da Eficiência Energética
  • Conceitos básicos de Energia Solar
  • Iluminação, Ar condicionado, Refrigeração
  • Gestão de Energia e Economizadores de Energia

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  Data: 20-05-2019
Concentrador parabólico (DARKOPTIMISM, 2011)
Fonte: DARKOPTIMISM (2011)

O Cresesb/Cepel publicou recentemente um Tutorial sobre Geração Heliotérmica contendo, entre outros aspectos, um panorama do atual estágio de desenvolvimento desta tecnologia e um levantamento das plantas experimentais e comerciais em operação no mundo. Mais informações...

 
  Data: 13-07-2012

CRESESB - Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio Brito / CEPEL - Centro de Pesquisas de Energia Elétrica
Av. Horácio Macedo, 354 - Cidade Universitária - Rio de Janeiro - RJ - Brasil, CEP 21941-911
Tel: 55 (21) 2598-6174 / 2598-6187 - Fax: 55 (21) 2280-3537 - E-mail:
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